Não adianta: por mais que você se exercite, algumas regiões continuam flácidas. É o caso do tríceps – o famoso “músculo do tchauzinho” –, da panturrilha e da parte interna da coxa. E essa não é uma preocupação exclusivamente feminina ou dos mais gordinhos.

O tríceps é mais difícil de ser “domesticado” e, quando carrega muito peso, dói mais que o bíceps, por exemplo. Por isso, é preciso acostumá-lo ao movimento.

A parte superior, em geral, é menos treinada que a inferior, motivo pelo qual se torna mais sensível. A dor ou queimação, segundo Tricoli, não é sinal de que a área está machucada, e sim que está praticando algo novo. Portanto, não há perigo: apenas faça um intervalo para que esse “lixo metabólico” seja processado.

Já a parte interna da coxa, cujo nome oficial é músculo adutor, acaba fazendo com que uma perna encoste na outra na hora de andar de shorts ou minissaia, no caso das mulheres. Algumas, além da malhação, apelam para drenagem linfática na tentativa de enrijecer o local, que junto com o bumbum e a barriga forma o centro da atenção corporal feminina.

A panturrilha é importante para o sistema circulatório, tanto que é considerada o “coração de baixo”, pois ajuda no trajeto de volta do sangue das pernas para o músculo cardíaco. Para aumentar a massa e a resistência dela, alguns optam por andar de bicicleta, correr, “puxar ferro” ou subir escadas.

Entenda os Músculos…

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